PARA REPRIMIR AÇÃO DE TRAFICANTES NA BAÍA DE GUANABARA, MARINHA IMPLANTA PROGRAMA DE VIGILÂNCIA 

02 JUL 2018
02 de Julho de 2018

Considerada uma das portas de entrada para drogas e fuzis no Rio de janeiro, a Baía de Guanabara recebe agora, as atenções da Marinha. A expectativa é até dezembro concluir o sistema de monitoramento de toda a região, o que permitirá acompanhar e abordar toda embarcação que tiver um percurso considerado suspeito. A Baía de Guanabara é o início do programa que pretende implantar, em todo em todo o país, o chamado Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz). O projeto foi planejado para monitorar a movimentação de embarcações em toda a costa brasileira e até os rios como da Amazônia e do Pantanal. O custo inicial para a Baía de Guanabara é de R$ 3,5 milhões. O programa foi testado durante a Olimpíada de 2016 e agora volta a ser utilizado, podendo auxiliar a intervenção federal no Rio. Assim, a Marinha quer passar a agir preventivamente não apenas em ações de Defesa, mas também, na Segurança Pública. Até agora, a Marinha implantou 70% do projeto na Baía de Guanabara. Um aporte deve possibilitar que a Força cubra um dos pontos que dependem de investimento para se desenvolver: o monitoramento noturno de pequenas embarcações. Seria possível detectar casos como do pequeno barco de traficantes que deixou o Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio, e seguiu até a Urca para recuperar as armas do ataque ao Morro do Babilônia, no dia 11 do mês passado. A Polícia Civil apreendeu, na ocasião, fuzis, granadas e pistolas. A implantação de câmeras de visão noturna significa um aumento no custo do programa, ainda sem previsão de investimento nesta direção.

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